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Prioridades e abandono dos bairros de Manaus

  • Postada em: 20/02/2018
  • Autor: Eustáquio Libório

Tenho uma página no Facebook com o nome de Manaus Cidade Sorriso, inspirado que foi na letra de Áureo Nonato para “Canção de Manaus”, a qual, mesmo não sendo o hino da cidade, canta-a e a enaltece como local aprazível e difícil de ser esquecido, o que, de fato, continua a ser uma verdade, mesmo que nem só por seus encantos brejeiros, mas até por seus desencanto e maus-tratos.

Ensaio geral da Reino Unido contagia Morro

  • Postada em: 5/02/2018
  • Autor: Eustáquio Libório

Realizado no início da noite de domingo, 4 de fevereiro, o ensaio da escola de samba Reino Unido da Liberdade levou uma multidão às ruas do Morro da Liberdade, Zona Sul, quando a escola reuniu suas alas para uma prévia do que deve acontecer no desfile oficial na madrugada do próximo domingo, dia 11.

Reino Unido da Liberdade mostra samba no Morro

  • Postada em: 29/01/2018
  • Autor: Eustáquio Libório

A avenida Maués, no bairro Cachoeirinha, Zona Sul, foi palco da concentração do ensaio do  GRES Reino Unido da Liberdade, no último domingo de janeiro, com vista ao desfile no Carnaval de 2018. Com início por volta das 19h30, a escola do Morro da Liberdade partiu dali dali, rumo à quadra localizada neste bairro, coregrafando o samba-enredo "Ao mestre com carinho".

 

Manaus, do forte à ponte

  • Postada em: 24/10/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

Manaus, esta cidade encravada na confluência dos rios Negro e Solimões/Amazonas, surgida ao redor do Forte de São José da Barra do Rio Negro, com uma capela construída na intenção de Jesus, Maria e José, chega aos 348 anos de existência como metrópole que abriga, dá emprego, renda e educação para mais de 2,13 milhões de pessoas, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ciclovia sem uso e balsas perigosas

  • Postada em: 14/07/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

Em Manaus há locais com boa estrutura de equipamentos públicos que são pouco utilizados e outros, aonde a demanda por esses equipamentos é tão grande que deixa a população sem ter alternativas para satisfazer atividades de lazer ou de trabalho, e para não fugir de um problema histórico na cidade, envolve a logística e mobilidade.

Poder concedente ou mediador?

  • Postada em: 27/06/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

 

Conforme aferido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), nos 177 dias deste primeiro semestre de 2017, o transporte coletivo público teve 43 paralisações, incluída a desta segunda-feira, 26, quando 100% da frota não saiu das garagens no horário normal, deixando cerca de 800 mil usuários desse tipo de transporte sem condução para atender seus compromissos, seja de trabalho, educação, saúde ou lazer.

Mariscos do asfalto

  • Postada em: 25/04/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

O triste da situação é o fato de o movimento paredista ilegal ter prejudicado os usuários do sistema que chegaram atrasados a seus compromissos

Dizem que na briga do mar com o rochedo quem leva a pior é o marisco, o qual, diga-se, nada tem a ver com luta entre os dois elementos da natureza. É isto,mais ou menos, o que ocorre em Manaus há bastante tempo, em relação às cada vez mais frequentes paralisações do transporte coletivo público da cidade, usado como instrumento de pressão pela classe dos rodoviários.

Acabou a luz

  • Postada em: 1/04/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

Como diria o parintinense Chico da Silva, “É preciso muito amor...”, no caso, por Manaus, que, com seus mais de dois milhões habitantes, distribui, às vezes equitativamente, mazelas urbanas para todos. Mas nem sempre.

É preciso muito amor para morar em Manaus nessas condições. Isto, sem falar na violência que caminha ao lado do cidadã

Sindicalista não quer prejudicar ninguém, só 700 mil usuários

  • Postada em: 24/01/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

 

Na terça-feira, 17, Manaus viveu um dia de caos, quando os rodoviários paralisaram 100% da frota de transporte coletivo público, cerca de 1500 ônibus, prejudicando entre 700 mil a 800 mil usuários, conforme estimativas não oficiais veiculadas na imprensa, tudo porque, informam os rodoviários, eles não teriam recebido os benefícios assegurados pelo dissídio da classe no ano passado.

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