greve

Omissão e irresponsabilidade

  • Postada em: 5/06/2018
  • Autor: Eustáquio Libório
Revolta da população resultou na suspensão da greve de ônibus

A população de Manaus parece que se cansou de sofrer pagando passagens em ônibus velhos que não atendem a contento seus usuários e, nesta segunda-feira, quando o movimento paredista dos rodoviários completava uma semana em greve, usuários do transporte público coletivo urbano apelaram para a violência e depredaram, incendiaram e não faltou infiltrados, disfarçados de passageiros, que saquearam os coletivos danificados.

Opções erradas

  • Postada em: 29/05/2018
  • Autor: Eustáquio Libório

Um efeito sombra, se pode ser chamado assim, se abateu sobre Manaus na noite de quinta-feira e levou ao quase pânico proprietários de veículos durante toda a sexta-feira, 25 de maio, com boatos sobre quebra de estoque de combustíveis, principalmente de gasolina e etanol em toda a cidade. O resultado, alimentado pela mídia local, foi uma corrida aos postos de gasolina que culminou com cerca de 70% desses estabelecimentos distribuidores de combustíveis fechados, por volta das 14h, em virtude de estarem com seus reservatórios vazios.

Poder concedente ou mediador?

  • Postada em: 27/06/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

 

Conforme aferido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), nos 177 dias deste primeiro semestre de 2017, o transporte coletivo público teve 43 paralisações, incluída a desta segunda-feira, 26, quando 100% da frota não saiu das garagens no horário normal, deixando cerca de 800 mil usuários desse tipo de transporte sem condução para atender seus compromissos, seja de trabalho, educação, saúde ou lazer.

Sindicalista não quer prejudicar ninguém, só 700 mil usuários

  • Postada em: 24/01/2017
  • Autor: Eustáquio Libório

 

Na terça-feira, 17, Manaus viveu um dia de caos, quando os rodoviários paralisaram 100% da frota de transporte coletivo público, cerca de 1500 ônibus, prejudicando entre 700 mil a 800 mil usuários, conforme estimativas não oficiais veiculadas na imprensa, tudo porque, informam os rodoviários, eles não teriam recebido os benefícios assegurados pelo dissídio da classe no ano passado.