Nova roupagem para velhas ideias

  • Postada em: 6/03/2016
  • Autor: Eustáquio Libório

A primeira reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS), ocorrida na sexta-feira, 26, teve a análise dos 27 projetos industriais que constavam da pauta, com investimentos de US$ 377 milhões e promessa de gerar mais de 1.300 postos de trabalho, ofuscada por um remake que nada tem de original, apesar de já ter sido, por duas vezes, implementado como solução alternativa à Zona Franca de Manaus. 

ZONA FRANCA Perda de faturamento e alternativas para sair da crise

  • Postada em: 23/02/2016
  • Autor: Eustáquio Libório

Três segmentos do Polo Industrial de Manaus (PIM) são responsáveis por mais de 60% do faturamento da indústria incentivada, os eletroeletrônicos, bens de informática, que na maioria dos fatores analisados pelos Indicadores de Desempenho da Suframa são incluídos em eletroeletrônicos, e duas rodas. Isto significa dizer que, dos US$ 23,85 bilhões que o polo de Manaus faturou em 2015, cerca de US$ 14 bilhões se originaram da venda de produtos desses três setores.

Ilusionismo da transformação do Brasil

  • Postada em: 19/01/2016
  • Autor: Eustáquio Libório

Ao se ver envolvido no escândalo do Mensalão, há alguns anos, o ex-ministro da Casa Civil de Lula, José Dirceu, disse uma frase que, bem ou mal, pode ser um retrato do Brasil do PT, onde autoridades e ex-autoridades, principalmente lá do Planalto, alegam nada saber sobre malfeitos efetivados em suas gestões e sob o que deveria ser seu controle. Dirceu disse que o país vive uma inversão de valores.

Com crise, Amazonas perde terreno

  • Postada em: 12/01/2016
  • Autor: Eustáquio Libório

O Estado do Amazonas, até 2013, detinha participação de 1,6% dos 5,32 trilhões de produto interno bruto (PIB) produzido no Brasil até aquele ano, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto, Manaus se destaca no cenário dos municípios brasileiros e se classifica como o 6º PIB, ficando atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

Turismo, a rota perdida para crescer

  • Postada em: 4/01/2016
  • Autor: Eustáquio Libório

Pesquisa do Ministério do Turismo realizada em novembro de 2015 sobre as intenções do brasileiro viajar nas férias dá indicação de como o Norte do país e, por tabela, o Amazonas, está fora das rotas de quem mora nas sete cidades pesquisadas, que preferem, na maioria dos casos, conhecer outras regiões do país ou mesmo ir para o exterior.

Realizada pela Fundação Getulio Vargas, a pesquisa intitulada “Sondagem do Consumidor Intenção de Viagem”, a primeira indicação é de que apenas 25,9% dos entrevistados em novembro de 2015 informaram a intenção de viajar nos próximos seis meses.

Ele contou para a vizinha que o marido a traía, adivinha com quem

  • Postada em: 29/12/2015
  • Autor: Eustáquio Libório

A morena era bem casada com um comerciante gente fina que tinha quase o dobro de sua idade: Ela tinha 19 e ele 37, mas se davam bem. Saiam muito e frequentavam, nos fins de semana, uma roda de samba lá pelo Morro da Liberdade, zona Sul.

O nó todo aconteceu depois que eles se mudaram para um condomínio de casas localizado no Parque Dez, ali pelos lados da Colônia Japonesa. Uma noite, ela vinha dirigindo sozinha e teve problema com o carro perto do centro de treinamento da Honda.

Sandra, a juíza que tirou WhatsApp do ar

  • Postada em: 17/12/2015
  • Autor: Eustáquio Libório

Sabe a Jessica? A garota que brigou com a colega de escola e esta, depois da agressão, perguntou, na maior: Acabou Jessica? Pois é, dezembro está no meio e aí apareceu a Fabíola.

Dessa você lembra, certo? Flagrada pelo marido com o melhor amigo dele em um motel, em Contagem/MG, a moça se saiu com a desculpa de que estava ali para fazer as unhas. Fabíola e Jessica viraram celebridades nas redes sociais por, digamos, mérito próprio, mas agora a Sandra Regina Nostre Marques, a juíza que tirou o WhatsApp do ar, no Brasil.

Horizonte nebuloso

  • Postada em: 15/12/2015
  • Autor: Eustáquio Libório

Enquanto o clima esquenta em Brasília desde quando o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o clima nas ruas parece ter arrefecido e a primeira grande manifestação ocorrida após o início da tramitação do impeachment ficou abaixo da expectativa dos organizadores no último domingo, dia 13.

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